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Yan de Medeiros conhece bem a dinâmica da certificação de produtos no Brasil, pois gerencia a área que realiza testes de compatibilidade eletromagnética, sediada no CIMATEC (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia) do SENAI, na cidade de Salvador. “A realização de testes de EMC é uma fase importante no ciclo de desenvolvimento dos produtos eletro-eletrônicos. Os resultados destes testes podem impedir que equipamentos entrem no mercado ou gerar a necessidade de um novo projeto”, observa.
No segmento de identificação por radiofrequência essa é uma carência que exige diversas melhorias. Há escassez de laboratórios de certificação especializados em produtos de RFID, o que gera um atraso na homologação dos produtos. “Há filas para fazer testes dos produtos que duram até dois meses. O ciclo de homologação no Brasil pode durar mais de quatro meses”, informa Medeiros. Vale lembrar que a estimativa internacional é de poucas semanas.
São gargalos como esse que prejudicam o crescimento da indústria nacional, e serão trazidos à tona pelo palestrante do Senai no dia 18 de outubro durante o 2º Congresso Brasileiro de RFID. Aproveite e faça sua inscrição agora.
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